Este estudo de caso brasileiro mostra a Musicoterapia Vibroacústica (MVA) aplicada a uma mulher de 39 anos com osteoartrose: 10 sessões combinaram vibrações de baixa frequência (24, 48 e 68 Hz) com música “ambient” em cadeira vibroacústica. O relato aponta redução consistente da dor, estabilização de sinais vitais e melhora de bem-estar/relaxamento.
O que você vai entender lendo o artigo
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O que é MVA: som de baixa frequência entregue ao corpo + música, em dispositivo vibroacústico; desenho e critérios baseados em Skille & Wigram.
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Protocolo usado: 10 sessões semanais (45–60 min); 30 min de vibração por sessão (10 min em cada frequência, com 1 min de silêncio entre elas).
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Avaliações: sinais vitais (PA, temperatura, FR), Escala Visual Numérica de dor antes/depois e questionário qualitativo sobre estados físico-emocionais.
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Resultados principais: queda da dor em 100% das sessões, relaxamento profundo, melhor qualidade do sono relatada e efeito residual após as aplicações.
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Leituras clínicas: a MVA pode facilitar autoconsciência e regulação em contexto terapêutico; autores defendem ampliar pesquisas com amostras maiores e abordagem transdisciplinar.